sábado, 10 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
GALO por todos.
Talvez não consiga escrever algo sensato hoje, pois não voltarei à minha sã consciência tão cedo. Eu delirei, não entendi nada. Nem busquei entender, confesso. O que senti foi inexplicável.
Por que eu comemorei tanto um gol que não foi do meu time? Por que não só abri um sorriso por simpatia e torcida ao Brasil na Liberta?
Porque você é diferente, Atlético.
Pulei, gritei, vibrei, bati no chão, mesmo com a camisa de outro time, como se fizesse parte da Massa. Eu faço parte do Brasil, que está todo ele com você, Galo. Menos os cruzeirenses, únicos que compreendo a torcida contra.
Não há como torcer contra esse time não sendo rival direto.
Não consigo ver aqueles mais de 20 mil rostos cheios de lágrimas e torcer para que elas sejam de tristeza.
Nem olhar pra aquela Massa entupindo o Horto, empurrando o Galo e pressionando o adversário sem me contagiar. Nem tento, também.
Não me permito torcer pro fracasso deste sujeito chamado Alexi Stival. Azar daqueles que torcem contra o Cuca pelo simples prazer de chamá-lo de azarado depois.
Esse tal azarado tirou o xodó da torcida e apostou num cidadão constantemente xingado pelos torcedores.
E não é que esse cidadão abriu o sorriso de milhões que vivem esperando a glória? Não é que o azarado teve estrela? Não é que o azarado deu sorte?
Abaixo ao apagão de Rosário! Viva o apagão do Horto! Salve o eletricista bondoso.
Trapaça, mutreta, cambalacho? Eu chamo de artifício.
Porque quando a luz falta pros dois, ninguém é tão prejudicado quanto o time que tem dois pênaltis não marcados.
Eram pra ser marcados, era pra tudo ser resolvido no tempo normal. Com tranquilidade, até.
Mas não, tinha que ser sofrido. Tinha que ser nos pênaltis, sofrendo duas vezes com a desvantagem, sofrendo com o medo quando o craque do time, que não é muito conhecido pelo seu poder de decisão, pegasse na bola pra bater.
Tinha que ser Victor, de novo, o herói dos heróis.
Aconteceu, de novo, Galo. Você conseguiu, você está na final.
Faltam só 2 jogos e o último deles tinha que ser no Horto. Infelizmente, não será.
Tudo bem. O Mineirão, em metade, é um galinheiro e aquele hino atleticano que lá tocou há 2 meses foi apenas um esquenta, pois a maior festa está por vir.
Você está vivendo o momento mais encantador de sua história, Clube Atlético Mineiro, e levando consigo não só a Massa Alvinegra, que tanto esperou por esse momento, mas também o Brasil inteiro. Pois quem é fã do legítimo futebol bonito e admira a paixão interminável, sofredora e contagiante de uma torcida, está com você, Galo.
Agora falta pouco, muito pouco, para o final dessa história ser feliz. E fique tranquilo, atleticano, pois os deuses que vem escrevendo esse roteiro magnífico vão guardar algo ainda mais primoroso para este final.
Hoje você é a excelência de nosso futebol, Atlético.
Eu, o Brasil, todos estamos fechados com você, Galo.
Então vá, Galo!
Por você, pela Massa, pelo futebol, pelo nosso futebol, pelo Brasil.
O respeito da América você já conquistou. Agora, conquiste sua posse!
Você tem cara de campeão, futebol de campeão. Você vai ser campeão!
E se o resultado for diferente, eu me recuso a acreditar.
Porque ninguém merece mais que você, Atlético!
Parabéns, Galo. A América é quase sua.
@_LeoLealC
domingo, 7 de julho de 2013
Jura de cabocla
Jura de Cabocla
Jura de Cabocla, por Rolando Boldrin - Sr. Brasil 22/12/2012
http://tvcultura.cmais.com.br/srbrasil/videos/jura-de-cabocla-por-rolando-boldrin-sr-brasil-22-12-2012
Rolando Boldrin canta "Jura de Cabocla" (Cândido das Neves - "Índio"). Músicos acompanhantes: Edmilson Capelupi (violão), Jaime Alem (viola e arranjos), Patricia Ribeiro (violoncelo).
http://tvcultura.cmais.com.br/srbrasil/videos/jura-de-cabocla-por-rolando-boldrin-sr-brasil-22-12-2012
Jura de Cabocla
Compositor: (Índio) Cândido das Neves
Numa festa de dezembro
No natá, inda me lembro,
Tava tudo a me esperar
E a Teresa uma cabocla,
Que andava de boca em boca,
Me pediu para cantar,
Quando a viola calou-se
A jurar, num beijo doce
Ela disse, eu voltarei,
E eu atrás desta marvada
Fui de quebrada em quebrada
E nunca mais a encontrei.
Companheira é a viola |
Que acompanha o que eu quiser | repete
Viola não é como a gente |
Que crê em juras de mulher |
Mas um dia ó que tormento,
Me levaram a um casamento
Onde eu tinha que cantar
Cheguei lá, ó que tristeza
Era a cabocla Teresa
Que acabava de casar
Inda tava tão bonita
Toda enfeitada de fita
eu da jura me lembrei,
Quis cantar, mais tanta mágoa,
Que meus olhos se encheram d'água
Em vez de cantar, Chorei !!!
No natá, inda me lembro,
Tava tudo a me esperar
E a Teresa uma cabocla,
Que andava de boca em boca,
Me pediu para cantar,
Quando a viola calou-se
A jurar, num beijo doce
Ela disse, eu voltarei,
E eu atrás desta marvada
Fui de quebrada em quebrada
E nunca mais a encontrei.
Companheira é a viola |
Que acompanha o que eu quiser | repete
Viola não é como a gente |
Que crê em juras de mulher |
Mas um dia ó que tormento,
Me levaram a um casamento
Onde eu tinha que cantar
Cheguei lá, ó que tristeza
Era a cabocla Teresa
Que acabava de casar
Inda tava tão bonita
Toda enfeitada de fita
eu da jura me lembrei,
Quis cantar, mais tanta mágoa,
Que meus olhos se encheram d'água
Em vez de cantar, Chorei !!!
Companheira é a viola |
Que acompanha o que eu quiser | repete
Viola não é como a gente |
Que crê em juras de mulher |
Que acompanha o que eu quiser | repete
Viola não é como a gente |
Que crê em juras de mulher |
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Entrevista do Dr. Roberto Luiz d'Avila, Presidente do CFM, ao Program do Jô Soares
Roberto Luiz d'Avila questiona entrevista do ministro da Saúde
http://globotv.globo.com/rede-globo/programa-do-jo/v/roberto-luiz-davila-questiona-entrevista-do-ministro-da-saude/2629766/
Como as empresas de ônibus maquiam custos
– 17 de junho de 2013
Ex-analista de crédito de banco revela sinais de fraude contábil, uso de “laranjas” e formação de máfias por parte do cartel que controla transporte público
Por Fernando Souto, no blog do Nassif
Não vou comentar muito sobre as falas do meu xará Haddad. Vou me concentrar no que sei e que vi, para dizer que em grande parte dos estudantes estão sim certos.
Fui analista de crédito num banco privado em 2006/7 em São Paulo, e neste banco, muitas empresas de ônibus eram clientes. muitas mesmo. e havia um jeito bem especial de lidar com elas.
Ocorre que para uma empresa ganhar empréstimo, ela tem de ter fundamentos econômico financeiros – ou seja capacidade de pagar. E aí é que o bicho pega: pelas demonstrações contábeis oficiais, praticamente nenhuma empresa de ônibus teria condição de pegar empréstimos. E por que? Porque são estas são as demonstrações (balanços e dres) exibidas para os governos, a partir das quais geram-se as planilhas de custo e, em seguida, as tarifas.
Havia coisas estranhas, das quais dois pontos eu me lembro com maior atenção: O ativo imobilizado era muito baixo (ativo imobilizado é o que a empresa tem de propriedade, portanto seriam frotas de ônibus e propriedades das empresas). Muitas, mas muitas, apresentavam patrimônio liquido negativo – ou seja acumulavam, por anos consecutivos, prejuízos que superavam o capital social da empresa. As contas nunca fechariam — as receitas seriam baixas perante as despesas. Além disto, as empresas possuem passivos muito maiores que ativos, e como ativo tem de ser igual ao passivo mais patrimônio liquido, este tinha de ser negativo.
Com uma situação financeira dessas, uma empresa não toma emprestado. E aí vai o pulo do gato (que dá medo de contar): é óbvio que estas informações estão deturpadas (sendo gentil), e vou explicar como. Tanto era assim que nós tínhamos uma planilha em excel que fazia o calculo do real balanço destas empresas.
Os pontos são os seguintes: o ativo imobilizado não está declarado nestes balanços. É como se a ideia do pequeno empresário que não distingue o próprio bolso do caixa da empresa fosse levada às alturas. Donos de empresas têm parte da frota em nome próprio (ou de laranjas). Ou, então, compram em nome da empresa e depois “revendem” para terceiros (sócios), após quitados os financiamentos. Os terrenos nos quais estão as garagens das empresas são de propriedade dos sócios e também não aparecem no balanço. Por fim, essas empresas não pagam encargos trabalhistas, adiando-os ao máximo, para aproveitar, quando aparece, uma renegociação. Fazem isso para aumentar muito o exigível de longo prazo, propositalmente, além de ganhar caixa extra pago pelo governo.
Cientes dessas informações, para fazer a análise consolidávamos o patrimônio dos sócios (que na verdade seriam das empresas) com o das empresas. É claro que elas davam lucro na realidade – afinal estes empresários seriam tão idiotas de continuar pra sempre num setor com altos fluxos de dinheiro se tivessem sempre prejuízos? Mas tem mais…
Àquela época, e ainda hoje, existem várias empresas que atendem o transporte urbano – em São Paulo, Rio de Janeiro e outras tantas cidades –, mas são poucas famílias que controlam de fato esta estrutura. Fazem isso indiretamente, através de sociedades. Em São Paulo, se não me engano, eram cinco famílias, que tomaram o setor na privatização da CMTC. Quando estas empresinhas começam dar muitos problemas, elas fecham e abrem outro CNPJ, com outros sócios. Fornecedores e especialmente funcionários ficam a ver navios. Por falar em funcionários, lembram do que falei sobre os direitos? Pois bem, deixem-me explicar uma coisa que acontecia até com os gerentes do banco, quanto mais com os funcionários. No dia a dia, esses empresários são representados por “gerentões” armados. Se eles não querem atender alguém, e no contato comum todos os funcionários, são esses representantes que cuidam da negociação. Então, por exemplo — isso já ouvi próprios motoristas comentando no Rio — quem vai entrar na justiça pra cobrar direitos, na melhor das possibilidades nunca mais trabalhara em qualquer outra empresa de ônibus. Se encher muito o saco, vai buscar o direito e não volta.
Para quem acha que eu estou exagerando, ficam 2 dicas: procurem noticias sobre assassinatos de sindicalistas de onibus. de vez em quando tem um. E outra: no final do debate de 2004 na rede globo, naquela eleição fatídica em que marta perdeu do josé serra, ela comenta que teve de entrar com colete a provas de balas numa reuniao com empresas de onibus (trabalhei com um cara da alta cupula do governo dela, e ele comentava que ela e o secretario sempre iam de colete, e que os empresarios levavam seguranças armados e que sempre tinham de passar detectores de metais para tirar as armas dos caras).
Enfim, o que eu queria dizer é o seguinte: sei que o Haddad fez mestrado na minha faculdade de Economia, portanto não é de todo inábil com números e devia abrir as tais planilhas de custo. Seria bom puxar um bom auditor pro lado dele, e usar as críticas como legitimação pra rever esse lamaçal todo. Seria uma forma de aproveitar esta pressão contra estas empresas. A não ser que realmente seja só o apoio de financiamento em época de eleição que valha a pena… Em suma, é uma grande máfia, e não vai ser fácil desarmá-la – só que também, se for pra defendê-las, poder-se-ia ter mantido o Serra, certo?
E realmente não são só vinte centavos. Acho que a força desta garotada que está na rua – e que une Istambul, Occupy wallstreet, 15m na Espanha e todos os outros – vem do cansaço de ver todas as decisões importantes de intresse público serem dominadas por grandes interesses de pequenos grupos privados – e em todos os casos, defendidos na porrada por um Estado policialesco.
E pra não dizer que não falei das flores, fiquem com essa pequena pérola de genialidade empreendedora baronesca do imperadores do transporte publico do Brasil. Na Veja, claro, em 1998. (se o setor não dá lucro, porque eles estão tão ricos?)
http://veja.abril.com.br/280198/p_064.html
E sobre um barao especifico (um dos mais poderosos), no Rio de Janeiro. (ps1: parece que é o sogrão do Paes. ps2: vejam quantos sócios ele tem três como em outro baronato, a família comprou uma empresa de aviação).
http://www.milbus.com.br/revista_portal/revista_cont.asp?1448
http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0881/noticias/a-dificil-decolagem-do-cla-barata-m0116513
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Pastor ensinando como um marido deve tratar uma mulher
Pastor ensinando como um marido deve tratar uma mulher
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)
